Preparação de Soluções

Aqui está o vídeo da preparação de uma solução de sulfato de cobre II, pelos alunos do 7º ano.

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The Physics of Curling

English version:

scienceblogs.com by Matt Springer

 

Versão Portuguesa:

O curling é um desporto cujo objectivo, no final de cada rodada, é colocar as pedras o mais próximo possível do centro do ringue. Do ponto de lançamento até o centro do anel é de cerca de 97 pés (29,56 m). O atrito com o gelo, leva a pedra a parar nesse espaço. Por que não estimar a quantidade de atrito do gelo contra a pedra?
O atrito é intrinsecamente um fenómeno muito complexo, mas é frequentemente uma boa aproximação dizer que é uma força no sentido oposto do movimento, com uma magnitude proporcional à força da superfície sobre o objecto – igual à força da gravidade, no presente caso. Geralmente chamada de força "normal", porque normal, neste contexto, significa "perpendicular", i.e. a força é perpendicular à superfície onde se movimenta a pedra. A relação entre essas duas forças (força de atrito e a força normal) é o coeficiente de atrito.

Assim, podemos escrever a equação que descreve a força de atrito:

1.png

Onde mu grego é o coeficiente de atrito, e a massa m da pedra vezes a aceleração da gravidade g é a força normal. Sabemos também, porque usamos tantas vezes, que um objecto em movimento acelerado a 1D obedece as equações padrão de movimento acelerado:

2.png

e

3.png

Aqui d é a distância de viagem da pedra, t é o tempo que leva a pedra a completar a sua viagem, a é a aceleração devido ao atrito, v0 é a velocidade inicial. Quando a pedra termina a sua viagem a velocidade será 0, daí o 0 para a velocidade final na última equação. Sabemos que a força é igual à massa vezes aceleração, deste modo a aceleração devido ao atrito será a força de atrito dividida pela massa: a = – μ * g.

Mas não se sabe a velocidade inicial. Não temos nenhuma forma de medir isso. Mas temos o tempo total da viagem. Se ouvirmos os comentadores, 24 segundos ou mais é uma linha típica de tempo “Hog line to tee line”. A partir daí, pode-se manipular algebricamente as equações para eliminar a velocidade inicial e resolver o coeficiente de atrito:

4.png

Como esperado, quanto mais uma pedra leva a percorrer uma determinada distância, menor o atrito. O curling usa unidades do Sistema Inglês, assim com g = 32 pés / s ^ 2, d = 97 metros, e t = 24 segundos, calculando tem-se μ = 0,011. Este é um valor extremamente pequeno de atrito, menor do que em teflon vs teflon. Pode ser que a aproximação que fizemos para atrito não é tão grande, ou pode ser que o granito no gelo tem um pequeno coeficiente de atrito.

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Resultados do 3º Teste – 8º ano

Os resultados do terceiro teste podem ser encontrados aqui.

Parabéns, as turmas têm vindo a melhorar os resultados.

Continuem assim.

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Resultados do 3º Teste – 7º Ano

Os resultados do 3º teste do 7º Ano podem ser encontrados aqui.

Espero que no próximo teste melhorem os resultados. A falta de atenção nas aulas revelou-se na dificuldade que tiveram na realização do teste e respostas dadas.

Temos que trabalhar de modo a alcançar o sucesso. Não acham?

Votos de um Bom Carnaval!

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Chewing gum and helium experiment

No YouTube corre um vídeo sobre uma experiência que envolve pastilha elástica e gás hélio, criando um balão que consegue elevar uma pessoa.

Utilizando a lei da hidrostática, a força de impulsão terá que ser pelo menos igual (como pode ser observado em determinada parte do vídeo) ao peso do sistema homem mais balão.

Assim,

P = I

Substituindo a os pesos por m g e sabendo que m = r V, temos

clip_image002

que a massa do homem será

clip_image004

Substituindo os valores rAr(15ºC) = 1,225 kg m-3,

rHe = 0,20 kg m-3 fica

clip_image006

Pelo seguinte gráfico de mH = mH(R)

clip_image008

Temos que, para uma massa superior a 65 kg, o diâmetro do balão terá que ser superior a 5 m. Parece-me que, observando o vídeo, não se verifica.

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Experiência sobre a precipitação

A reacção entre dois sais solúveis resulta na formação de um sal solúvel e outro insolúvel (precipitado).

Na aula de CFQ 8ºB (1ºT) os alunos tiraram fotografias das experiências da precipitação.

Material e os sais solúveis já preparados:

Fica aqui uma das reacções e respectiva imagem:

Iodeto de Potássio (aq) + Nitrato de Chumbo (aq) –> Iodeto de Chumbo (s) + Nitrato de Potássio (aq)

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O trovão na trovoada

Na escola aparecem as mais diversas curiosidades ligadas à disciplina.

A última pergunta colocada na aula foi “Porque ouvimos o trovão?”.

A resposta foi dada na aula, mas os alunos quiseram compartilhar. Assim, podes encontrar a seguinte informação no wikipedia:

O trovão é uma onda sonora provocada pelo aquecimento do canal principal durante a subida da descarga de retorno. Devido à alta variação de temperatura no canal, e a subsequente variação da pressão a sua volta, o ar aquecido se expande e gera duas ondas: a primeira é uma violenta onda de choque supersónica, com velocidade várias vezes maior que a velocidade do som no ar e que nas proximidades do local da queda é um som inaudível para o ouvido humano; a segunda é uma onda sonora de grande intensidade a distâncias maiores. Essa constitui o trovão audível.

Se querem saber mais sobre trovoadas sigam o link: Trovoada

imagem: aceav

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Relato original de Isaac Newton br e da maçã revelado ao público

Relato original de Isaac Newton e da maçã revelado ao público

Um dia, Isaac Newton (1643-1727) estava sentado à sombra de uma macieira no jardim de sua casa quando de repente de interrogou: «Por que é que as maçãs caem sempre perpendicularmente ao solo?».


Neste momento, um dos mais relatados na História da Ciência, a noção de gravidade começava a ganhar forma. Pela primeira vez, é revelado ao público o manuscrito em que originalmente é contado esse episódio.
O manuscrito de «Memoirs of Sir Isaac Newton’s Life», escrito por William Stukeley, em 1752, estava nos arquivos da Royal Society, de Londres, e é agora dado a conhecer através do website «Turning the Pages», elaborado a propósito do 350º aniversário daquela instituição britânica.


in Ciência Hoje (clique para ler o artigo completo)

 
(see the original english version in Turning the Pages)
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Active Science – Interactive Periodic Table

"Active Science – Interactive Periodic Table: "

Glaxo Smith Kline’s Active Science oferece quinze jogos interactivos, cobrindo vários tópicos da ciência.
A Interactive Periodic Table é um jogo designado à ajuda no ensino da química, nomeadamente na identificação dos elementos da Tabela Periódica. Para jogar os alunos recebem uma série de pistas sobre as propriedades dos elementos. Utilizando estas pistas os alunos terão que colocar o elemento na sua posição certa na Tabela Periódica.


————- x ————-
A Ptable é outra ferramenta interessante: coloque o rato em cima do elemento e visualize toda a informação sobre o mesmo.


O projecto da Universidade de Nottingham consiste em vídeos sobre as propriedades dos elementos.


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Grandeza Física e Medições

Grandeza Física e Medições

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